A Apple ganhou a ação que moveu contra a Psystar na Califórnia, o juiz aceitou as acusações da Apple que a Psystar estaria; violando seu copyright, encorajando a violação de copyright e violação do DCMA (Digital Copyright Millenium Act) além disso o argumento da Psystar de que a Apple estaria abusando de seu poder de copyright foi rejeitada. Ainda devem ser julgadas as acusações da Apple de violação de marca registrada, mas o cerne da questão já foi julgado e foi decidido que a Psystar não pode vender equipamentos com OS X instalado.
Groklaw: Apple Wins Like a Champ - Psystar is Toast -- What? You're Surprised?
Mas como este caso só tem validade para o Leopard, agora as esperanças da Psystar residem no caso que ela moveu contra a Apple na Florida sobre o Snow Leopard.
Como a Apple ganhou todas as acusações de violação de copyright acho que as esperanças de ter uma decisão diferente da Califórnia são muito pequenas.
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sábado, 14 de novembro de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Falta de informação é pior que DRM
O uso de DRM (Digital Rights Management) é um tópico controverso, enquanto é uma garantia para o detentor do direito intelectual que sua obra não vai ser copiada indiscriminadamente pode ser uma fonte de problemas para os usuários. Vejam só este exemplo com o Amazon Kindle.
Um cliente da Amazon fez um upgrade do SO do seu iPhone e do seu iPod Touch, quando foi sincronizar seus livros para esses dispositivos descobriu que alguns não podiam ser sincronizados. Telefonou para a Amazon e descobriu o seguinte:
Mas o pior de tudo é que aparentemente ninguém na Amazon sabia como funcionava esse esquema de DRM, o pobre cliente teve que ficar pendurado no telefone conversando com várias pessoas até ter uma resposta definitiva.
Nada contra DRM, mas seria bom que os consumidores soubessem o que estão comprando.
Um cliente da Amazon fez um upgrade do SO do seu iPhone e do seu iPod Touch, quando foi sincronizar seus livros para esses dispositivos descobriu que alguns não podiam ser sincronizados. Telefonou para a Amazon e descobriu o seguinte:
- É possível fazer o download de um livro para um dispositivo ilimitadas vezes;
- Um livro pode estar em vários dispositivos diferentes;
- O número de dispositivos que podem receber a cópia do livro é determinado pelo editor.
Mas o pior de tudo é que aparentemente ninguém na Amazon sabia como funcionava esse esquema de DRM, o pobre cliente teve que ficar pendurado no telefone conversando com várias pessoas até ter uma resposta definitiva.
Nada contra DRM, mas seria bom que os consumidores soubessem o que estão comprando.
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