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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
sábado, 14 de novembro de 2009
Apple vs Psystar: Saiu a decisão da Justiça da Califórnia
A Apple ganhou a ação que moveu contra a Psystar na Califórnia, o juiz aceitou as acusações da Apple que a Psystar estaria; violando seu copyright, encorajando a violação de copyright e violação do DCMA (Digital Copyright Millenium Act) além disso o argumento da Psystar de que a Apple estaria abusando de seu poder de copyright foi rejeitada. Ainda devem ser julgadas as acusações da Apple de violação de marca registrada, mas o cerne da questão já foi julgado e foi decidido que a Psystar não pode vender equipamentos com OS X instalado.
Groklaw: Apple Wins Like a Champ - Psystar is Toast -- What? You're Surprised?
Mas como este caso só tem validade para o Leopard, agora as esperanças da Psystar residem no caso que ela moveu contra a Apple na Florida sobre o Snow Leopard.
Como a Apple ganhou todas as acusações de violação de copyright acho que as esperanças de ter uma decisão diferente da Califórnia são muito pequenas.
Groklaw: Apple Wins Like a Champ - Psystar is Toast -- What? You're Surprised?
Mas como este caso só tem validade para o Leopard, agora as esperanças da Psystar residem no caso que ela moveu contra a Apple na Florida sobre o Snow Leopard.
Como a Apple ganhou todas as acusações de violação de copyright acho que as esperanças de ter uma decisão diferente da Califórnia são muito pequenas.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Compaixão é o que necessitamos
Hoje tive uma grata surpresa em encontrar o Chart for Compassion. Fico feliz por iniciativas como essa e o mínimo que posso fazer é divulga-la.
Chart for Compassion
Carta pela Compaixão
O princípio da compaixão é o cerne de todas as tradições religiosas, éticas e espirituais, nos conclamando sempre a tratar todos os outros da mesma maneira como gostaríamos de ser tratados. A compaixão nos impele a trabalhar incessantemente com o intuito de aliviarmos o sofrimento do nosso próximo, o que inclui todas as criaturas, de nos destronarmos do centro do nosso mundo e, no lugar, colocar os outros, e de honrarmos a santidade inviolável de todo ser humano, tratando todas as pessoas, sem exceção, com absoluta justiça, eqüidade e respeito.
É necessário também, tanto na vida pública como na vida privada, nos abstermos, de forma consistente e empática, de infligir dor. Agir ou falar de maneira violenta devido a maldade, chauvinismo ou interesse próprio a fim de depauperar, explorar ou negar direitos básicos a alguém e incitar o ódio ao denegrir os outros - mesmo os nossos inimigos - é uma negação da nossa humanidade em comum. Reconhecemos que falhamos na tentativa de viver de forma compassiva e que alguns de nós até mesmo aumentaram a soma da miséria humana em nome da religião.
Portanto, conclamamos todos os homens e mulheres ~ a restaurar a compaixão ao centro da moralidade e da religião ~ a retornar ao antigo princípio de que é ilegítima qualquer interpretação das escrituras que gere ódio, violência ou desprezo ~ garantir que os jovens recebam informações exatas e respeitosas a respeito de outras tradições, religiões e culturas ~ incentivar uma apreciação positiva da diversidade religiosa e cultural ~ cultivar uma empatia bem-informada pelo sofrimento de todos os seres humanos - mesmo daqueles considerados inimigos.
É urgente que façamos da compaixão uma força clara, luminosa e dinâmica no nosso mundo polarizado. Com raízes em uma determinação de princípios de transcender o egoísmo, a compaixão pode quebrar barreiras políticas, dogmáticas, ideológicas e religiosas. Nascida da nossa profunda interdependência, a compaixão é essencial para os relacionamentos humanos e para uma humanidade realizada. É o caminho para a iluminação e é indispensável para a criação de uma economia justa e de uma comunidade global pacífica.
Chart for Compassion
Carta pela Compaixão
O princípio da compaixão é o cerne de todas as tradições religiosas, éticas e espirituais, nos conclamando sempre a tratar todos os outros da mesma maneira como gostaríamos de ser tratados. A compaixão nos impele a trabalhar incessantemente com o intuito de aliviarmos o sofrimento do nosso próximo, o que inclui todas as criaturas, de nos destronarmos do centro do nosso mundo e, no lugar, colocar os outros, e de honrarmos a santidade inviolável de todo ser humano, tratando todas as pessoas, sem exceção, com absoluta justiça, eqüidade e respeito.
É necessário também, tanto na vida pública como na vida privada, nos abstermos, de forma consistente e empática, de infligir dor. Agir ou falar de maneira violenta devido a maldade, chauvinismo ou interesse próprio a fim de depauperar, explorar ou negar direitos básicos a alguém e incitar o ódio ao denegrir os outros - mesmo os nossos inimigos - é uma negação da nossa humanidade em comum. Reconhecemos que falhamos na tentativa de viver de forma compassiva e que alguns de nós até mesmo aumentaram a soma da miséria humana em nome da religião.
Portanto, conclamamos todos os homens e mulheres ~ a restaurar a compaixão ao centro da moralidade e da religião ~ a retornar ao antigo princípio de que é ilegítima qualquer interpretação das escrituras que gere ódio, violência ou desprezo ~ garantir que os jovens recebam informações exatas e respeitosas a respeito de outras tradições, religiões e culturas ~ incentivar uma apreciação positiva da diversidade religiosa e cultural ~ cultivar uma empatia bem-informada pelo sofrimento de todos os seres humanos - mesmo daqueles considerados inimigos.
É urgente que façamos da compaixão uma força clara, luminosa e dinâmica no nosso mundo polarizado. Com raízes em uma determinação de princípios de transcender o egoísmo, a compaixão pode quebrar barreiras políticas, dogmáticas, ideológicas e religiosas. Nascida da nossa profunda interdependência, a compaixão é essencial para os relacionamentos humanos e para uma humanidade realizada. É o caminho para a iluminação e é indispensável para a criação de uma economia justa e de uma comunidade global pacífica.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Lose/Lose: Se você ganhar vai perder.
Um artigo no Appleinsider me chamou a atenção para um jogo para Mac chamado Lose/Lose.
Appleinsider: 'Art project' video game attacks Apple Mac machines
O jogo parece com o clássico Space Invaders mas com uma peculiaridade, cada alienígena que aparece na tela está relacionado a um arquivo no seu HD, se você o mata o arquivo correspondente é apagado, se a sua nave for destruída o próprio arquivo do jogo é apagado.
Como o jogo é um projeto artístico na tela de entrada ele avisa que seus arquivos serão apagados, a partir daí é por sua conta e risco.
Lógico que as empresas de segurança o estão classificando como malware, e não vejo motivos para que não o façam.
Para quem está curioso veja o vídeo abaixo.
lose/lose from zach gage on Vimeo.
Fui visitar o site do jogo e o autor levanta vários pontos interessantes que podem ser estendidos ao jogos de tiro em geral.
Se os alienígenas me tocarem eu perco o jogo, mata-los dá pontos, mas eles nunca atiram. Será o jogador um agressor?
Qual o objetivo do jogo?
Será que o jogador está somente de passagem por uma terra perigosa?
Será que por possuirmos uma arma e formos recompensados por seu uso devemos utiliza-la?
Uma questão importante é levantada em relação à nossa vida digital.
Será que nossos ativos digitais são tão importantes quanto os físicos?
Na minha opinião o que o jogo mostra é que muitas vezes para vencer é melhor não jogar.
Appleinsider: 'Art project' video game attacks Apple Mac machines
O jogo parece com o clássico Space Invaders mas com uma peculiaridade, cada alienígena que aparece na tela está relacionado a um arquivo no seu HD, se você o mata o arquivo correspondente é apagado, se a sua nave for destruída o próprio arquivo do jogo é apagado.
Como o jogo é um projeto artístico na tela de entrada ele avisa que seus arquivos serão apagados, a partir daí é por sua conta e risco.
Lógico que as empresas de segurança o estão classificando como malware, e não vejo motivos para que não o façam.
Para quem está curioso veja o vídeo abaixo.
lose/lose from zach gage on Vimeo.
Fui visitar o site do jogo e o autor levanta vários pontos interessantes que podem ser estendidos ao jogos de tiro em geral.
Se os alienígenas me tocarem eu perco o jogo, mata-los dá pontos, mas eles nunca atiram. Será o jogador um agressor?
Qual o objetivo do jogo?
Será que o jogador está somente de passagem por uma terra perigosa?
Será que por possuirmos uma arma e formos recompensados por seu uso devemos utiliza-la?
Uma questão importante é levantada em relação à nossa vida digital.
Será que nossos ativos digitais são tão importantes quanto os físicos?
Na minha opinião o que o jogo mostra é que muitas vezes para vencer é melhor não jogar.
sábado, 10 de outubro de 2009
Ajuda para escolher um navegador web
Já comentei aqui o teste informal que o Google realizou em New York e o resultado de que a maioria das pessoas não sabiam o que é um navegador web.
Enquete: Em NY mais de 90% são analfabetos tecnológicos
Talvez por isso agora resolveram lançar um site em que explicam didaticamente a diferença entre um navegador, um sistema operacional e um mecanismo de busca. O site tem o benefício adicional de mostrar qual navegador você está utilizando logo na primeira página e dá links para outras opções de navegadores.
Google: What Browser?
Outras informações disponíveis no site é uma linha do tempo dos navegadores web e algumas dicas de como mudar seu navegador padrão em seu sistema operacional, mudar seu mecanismo de busca ou ainda mudar sua página inicial. Um ponto extremamente positivo é que como o site detecta qual seu navegador atual e qual seu sistema operacional as dicas são direcionadas à realidade do usuário, sem necessitar ficar informando qual o sistema operacional ou navegador em uso, é só ler as instruções e executa-las.
Fico pensando, se isso não é um movimento preparatório para a decisão da União Europeia de forçar a escolha de um navegador no Windows. O momento é bem oportuno, já que os testes do sistema de escolha a ser utilizado iniciaram ontem.
Groklaw: EU Commission Announces Market Test of Microsoft Suggestions on Browser Choice, Interoperability
Enquete: Em NY mais de 90% são analfabetos tecnológicos
Talvez por isso agora resolveram lançar um site em que explicam didaticamente a diferença entre um navegador, um sistema operacional e um mecanismo de busca. O site tem o benefício adicional de mostrar qual navegador você está utilizando logo na primeira página e dá links para outras opções de navegadores.
Google: What Browser?
Outras informações disponíveis no site é uma linha do tempo dos navegadores web e algumas dicas de como mudar seu navegador padrão em seu sistema operacional, mudar seu mecanismo de busca ou ainda mudar sua página inicial. Um ponto extremamente positivo é que como o site detecta qual seu navegador atual e qual seu sistema operacional as dicas são direcionadas à realidade do usuário, sem necessitar ficar informando qual o sistema operacional ou navegador em uso, é só ler as instruções e executa-las.
Fico pensando, se isso não é um movimento preparatório para a decisão da União Europeia de forçar a escolha de um navegador no Windows. O momento é bem oportuno, já que os testes do sistema de escolha a ser utilizado iniciaram ontem.
Groklaw: EU Commission Announces Market Test of Microsoft Suggestions on Browser Choice, Interoperability
domingo, 13 de setembro de 2009
Testando a inviolabilidade da urna eletrônica
Seguro de que o sistema eletrônico de votação brasileiro é inviolável, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou ontem um desafio curioso: a Corte promete pagar prêmios entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para qualquer hacker que consiga burlar a segurança da urna eletrônica.Zero Hora: TSE desafia hackers do país
Chamar pessoas de fora é sempre bom para testar um sistema. Vamos acompanhar os resultados.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Desenvolvedores web famosos são um desastre no iPhone
Semana passada Joe Hewitt do Facebook reclamou do processo de liberação da App Store do iPhone, esta semana foi a vez do Joe Stump, desenvolvedor do Digg, reclamar.
Joe Hewitt: Innocent Until Proven Guilty
Joe Stump: Pass the Lubricant as Were Getting Fucked by Apple Too
Vamos ver o que Hewitt tem a dizer:
Como já disse os dois são famosos desenvolvedores Web, quando você desenvolve uma aplicação Web entrega cedo e submete correções conforme os usuários vão utilizando a aplicação, isso é possível pois a atualização da aplicação é feita em um único ponto, o servidor.
Esses senhores resolveram desenvolver para o iPhone, onde o processo de entrega não está sob o controle deles e a atualização é feita em múltiplos pontos, mas não mudaram de mentalidade. O resultado é que ambos entregaram suas aplicações, mas com vários problemas, o que inviabilizou sua aprovação no caso do Hewitt e no caso do Stump ela foi aprovada, mas os usuários não conseguiram utiliza-la.
O processo de aprovação da Apple tem defeitos, isso todo mundo sabe inclusive as duas celebridades, que não se importaram com isso, poderiam ter feito aplicações de melhor qualidade mas resolveram botar a culpa na Apple. Hewitt propôs que a Apple abolisse o processo de aprovação, já Stump em seu post mal educado revelou que tentou usar de sua influência para conseguir atalhos na App Store.
Meu conselho para os dois é que um pouco de humildade não faz mal a ninguém e aprender com seus erros não é demérito, ao contrário, é prova de maturidade.
Agora, se continuarem achando que a Apple está errada por que não tentam o Android Market? Lá não existe processo de aprovação, como também não existem compradores de aplicações. Acho que isso não é mera coincidência.
Larva Labs: Android Market Sales, Are Those Tears or is it Raining in Here?
Joe Hewitt: Innocent Until Proven Guilty
Joe Stump: Pass the Lubricant as Were Getting Fucked by Apple Too
Vamos ver o que Hewitt tem a dizer:
A verdade é esta: a Apple não tem os meios para executar a garantia de qualidade completa de qualquer aplicativo. Isto é para o desenvolvedor. Temos os nossos próprios gerentes de produtos e testadores de garantia de qualidade, e estamos sujeitos aos nossos usuários e aos tribunais se fizermos algo ruim ou estúpido. A Apple pode pegar alguns bugs superficiais no processo de revisão, mas vamos encarar isso de frente, o que estão procurando realmente não são bugs, mas as violações dos termos de serviço. Isso tudo é para advogados, e não sobre qualidade, e isso mostra que o modelo do sistema de justiça da Apple, é culpado até que se prove o contrário. Eles não confiam em nós, e eu me ressinto disso, porque nós na grande maioria somos confiáveis.Agora o Stump:
Alguns meses atrás nós lançamos Chess Wars, que permite que você jogue seus amigos do Facebook através do Connect em seu iPhone. Quando foi lançado, encontramos alguns erros críticos que nem nós nem a Apple achamos que impediram os novos usuários de jogar. Whoops. Nós lançamos a versão 1.1 algumas semanas depois, apenas para descobrir que havia problemas para outros novos usuários. Mais uma vez nada disto foi detectado por nós ou pela Apple. Como dizem, problemas acontecem. Nós rapidamente preparamos uma versão que apresentamos à Apple cerca de 6 semanas atrás.É isso mesmo, ambos distribuíram aplicações com erros e culpam a Apple por isso.
Como já disse os dois são famosos desenvolvedores Web, quando você desenvolve uma aplicação Web entrega cedo e submete correções conforme os usuários vão utilizando a aplicação, isso é possível pois a atualização da aplicação é feita em um único ponto, o servidor.
Esses senhores resolveram desenvolver para o iPhone, onde o processo de entrega não está sob o controle deles e a atualização é feita em múltiplos pontos, mas não mudaram de mentalidade. O resultado é que ambos entregaram suas aplicações, mas com vários problemas, o que inviabilizou sua aprovação no caso do Hewitt e no caso do Stump ela foi aprovada, mas os usuários não conseguiram utiliza-la.
O processo de aprovação da Apple tem defeitos, isso todo mundo sabe inclusive as duas celebridades, que não se importaram com isso, poderiam ter feito aplicações de melhor qualidade mas resolveram botar a culpa na Apple. Hewitt propôs que a Apple abolisse o processo de aprovação, já Stump em seu post mal educado revelou que tentou usar de sua influência para conseguir atalhos na App Store.
Meu conselho para os dois é que um pouco de humildade não faz mal a ninguém e aprender com seus erros não é demérito, ao contrário, é prova de maturidade.
Agora, se continuarem achando que a Apple está errada por que não tentam o Android Market? Lá não existe processo de aprovação, como também não existem compradores de aplicações. Acho que isso não é mera coincidência.
Larva Labs: Android Market Sales, Are Those Tears or is it Raining in Here?
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